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Justiça Federal obriga Meta a restabelecer contas estudantis no Rio Grande do Sul
Justiça

Justiça Federal obriga Meta a restabelecer contas estudantis no Rio Grande do Sul

Ação do Ministério Público Federal apontou censura após bloqueio de perfis ligados a universidades gaúchas na rede social.

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A Justiça Federal determinou que a empresa Meta devolva o acesso, em até dois dias, aos perfis no Instagram de contas estudantis do Rio Grande do Sul que haviam sido desativados.

A medida atende a uma demanda urgente após a queda simultânea de páginas de universidades federais.

No início de outubro, a big tech removeu sem aviso prévio os canais digitais de centros acadêmicos e do Diretório Central dos Estudantes da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre.

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O corte ocorreu após a publicação de chamados para assembleias e atos públicos em apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Diante disso, o Ministério Público Federal e o Serviço de Assessoria Jurídica Universitária ajuizaram uma ação civil pública.

Os procuradores argumentam que a interrupção abrupta dos perfis representa ato de censura, prejudicando a articulação dos alunos e a prestação de serviços à comunidade.

Mesmo com a ordem judicial emitida, as páginas continuavam inoperantes até a tarde do último sábado.

Polêmica com inteligência artificial

Em paralelo, a campanha de Luiz Inácio Lula da Silva acionou o Tribunal Superior Eleitoral após falhas na inteligência artificial do WhatsApp.

Usuários relataram que a ferramenta bloqueava conteúdos sobre o petista, mas autorizava imagens relativas a adversários políticos.

O Tribunal Superior Eleitoral manteve a proibição para que a Meta limite a distribuição de publicações eleitorais, buscando assegurar a igualdade na disputa.

Até o momento, a empresa responsável pelas plataformas não se pronunciou sobre as determinações da Justiça.

FONTE/CRÉDITOS: Com edição do Lnove Notícias
FONTE/CRÉDITOS (IMAGEM DE CAPA): © Marcello Casal jr/Agência Brasil

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