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A crise do Ueno Bank resultou em um prejuízo de cerca de R$ 76 milhões para a Conmebol, após a intervenção e o colapso da importante instituição financeira digital do Paraguai. A confederação sediada em Luque teve US$ 14 milhões comprometidos nessa derrocada econômica.

Em contato com o Estadão, a entidade esclareceu que a quantia perdida representa apenas 2,3% do faturamento alcançado no ano anterior, estimado em R$ 600 milhões. Para a atual temporada, a organização planejou um montante recorde de prêmios de aproximadamente R$ 1,5 bilhão em torneios como a Libertadores.

O impacto também atingiu clubes locais e a Associação Paraguaia de Futebol (APF), que mantinham acordos comerciais e exposição de marca com a empresa. O Olimpia e o Cerro Porteño decidiram encerrar seus vínculos contratuais após o escândalo financeiro vir à tona.

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Além dos patrocínios rompidos, jogadores e comissões técnicas enfrentam dificuldades, uma vez que o banco operava como o canal oficial de pagamento de salários. A situação gerou revolta e motivou atletas da seleção a publicarem um manifesto exigindo providências das autoridades.

O Ueno Bank acumulava cerca de três milhões de clientes e gerenciava recursos estatais expressivos. Diante da gravidade das denúncias de insolvência, o Ministério Público solicitou investigações criminais e decretou a prisão de oito pessoas ligadas à administração da companhia.

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FONTE/CRÉDITOS: Por Lnove Esportes