A colinha eleitoral é uma aliada indispensável para evitar confusões na hora de digitar os números dos seus candidatos na urna eletrônica, garantindo que o tempo de escolha seja bem aproveitado.
A tecnologia modernizou o processo no Brasil, mas o bom e velho papel com anotações continua sendo a forma mais segura de não esquecer as opções decididas após semanas de análise.
Regras para a votação
A legislação brasileira autoriza o uso de anotações em papel para auxiliar o eleitor durante o pleito.
Por outro lado, o telefone celular precisa ser entregue aos mesários antes do acesso à cabine de votação.
A proibição abrange qualquer dispositivo com capacidade de gravação ou transmissão de imagens. A intenção principal é resguardar o sigilo do voto e evitar pressões externas.
Eleitores que recusarem a entrega do aparelho podem ter o voto negado naquele instante, com o registro do incidente pela mesa receptora.
Não se esqueça também de portar um documento oficial de identificação com foto.
O documento impresso não é obrigatório, mas o e-Título facilita o fluxo ao indicar rapidamente a zona e a seção correspondentes.
Erros comuns no primeiro turno
A ausência de anotações gerou transtornos significativos e votos nulos em diversas regiões durante o primeiro turno.
No Distrito Federal, milhares de eleitores erraram o número da candidata Celina Leão, digitando a legenda incorreta e alterando o cenário da disputa contra Leandro Grass.
Situação semelhante ocorreu no Rio de Janeiro, onde eleitores confundiram legendas partidárias e anularam votos destinados a Eduardo Paes por falta de atenção aos números corretos.