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Edson Fachin arquiva três investigações do inquérito das Fake News no STF
Justiça

Edson Fachin arquiva três investigações do inquérito das Fake News no STF

Decisão do presidente da Corte atinge Eduardo Bolsonaro, Silas Malafaia e o escritor Guilherme Fiúza após parecer da PGR.

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O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, ordenou nesta terça-feira (27) o encerramento de três apurações vinculadas ao célebre inquérito das Fake News.

A medida atinge diretamente figuras públicas de destaque.

Foram beneficiados pelo despacho o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro, o pastor Silas Malafaia e o escritor Guilherme Fiúza.

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No tocante a Eduardo, o magistrado pontuou que o ex-parlamentar já recebeu condenação definitiva pela Corte.

Contudo, a investigação específica ainda continuava tramitando no tribunal.

Em setembro, a Primeira Turma do STF manteve a pena de quatro anos e dois meses de prisão imposta ao filho do ex-presidente Jair Bolsonaro.

O processo referia-se ao episódio conhecido como tarifaço dos Estados Unidos contra o Brasil.

Em relação a Silas Malafaia, Fachin seguiu manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR).

O órgão ministerial apontou ausência de provas sobre a suposta participação do líder religioso nas condutas de Eduardo.

Com a extinção do procedimento, o pastor terá o passaporte restituído e poderá realizar viagens internacionais.

Já no caso de Guilherme Fiúza, a extinção ocorreu por causa da prescrição do crime de incitação.

Em 2023, ele foi investigado por publicações digitais consideradas favoráveis à quebra da normalidade institucional.

Novos rumos para o tribunal

No mês passado, Fachin retirou de Alexandre de Moraes a relatoria da investigação iniciada em março de 2019.

O mecanismo foi criado pelo ex-presidente da Corte, Dias Toffoli, para coibir ataques à segurança dos ministros e seus familiares.

Atualmente, o comando do STF sinaliza a intenção de encerrar todo o escopo do inquérito.

A iniciativa ocorrerá após uma varredura completa em pendências e diligências solicitadas à Polícia Federal (PF) e à PGR.

O mapeamento conduzido por Fachin contabilizou 108 procedimentos investigatórios conectados à apuração original.

FONTE/CRÉDITOS: Com edição do Lnove Notícias
FONTE/CRÉDITOS (IMAGEM DE CAPA): © Gustavo Moreno/STF

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