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Quarta-feira, 30 de Setembro 2026
Justiça eleitoral atualiza regras para proteger sigilo do voto
Política

Justiça eleitoral atualiza regras para proteger sigilo do voto

Novas tecnologias exigem maior rigor contra o uso de dispositivos eletrônicos na cabine de votação

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A rápida evolução de dispositivos eletrônicos tem levado a justiça eleitoral a atualizar orientações para garantir o sigilo do voto, um direito assegurado pela Constituição Federal. A intenção principal é evitar que equipamentos capazes de registrar ou transmitir informações revelem a escolha do cidadão.

Embora a proibição de portar aparelhos na cabine não seja inédita, o avanço de tecnologias discretas exigiu novas adequações. Tribunais regionais passaram a detalhar procedimentos para itens que antes não faziam parte da rotina das eleições.

Foi o caso do TRE-DF, que especificou regras para celulares, relógios inteligentes, óculos com câmera e outros acessórios conectados. A medida adapta a norma às transformações tecnológicas para blindar a votação.

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O Tribunal Superior Eleitoral adota uma diretriz ampla. As normas vedam o ingresso na cabine com qualquer aparelho capaz de comprometer o sigilo, combatendo práticas ilegais como a compra de votos.

O que o eleitor deve fazer

O celular serve para apresentar documentos digitais na identificação. Após essa etapa, o aparelho deve ser desligado e entregue aos mesários para guarda temporária.

O que não é permitido

É proibido entrar na cabine com câmeras, filmadoras, smartwatches ou acessórios com microfones. Quem se recusar a deixar os aparelhos não votará e a polícia poderá ser acionada.

O que continua permitido

Recursos de acessibilidade e tecnologias assistivas seguem liberados para pessoas com deficiência, desde que não sirvam para registrar o voto.

Como se preparar

A recomendação é levar apenas documentos e uma cola de papel. Com essas ações, a justiça eleitoral preserva a integridade do pleito democrático.

FONTE/CRÉDITOS: Com edição do Lnove Notícias
FONTE/CRÉDITOS (IMAGEM DE CAPA): © Paulo Pinto/Agência Brasil

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