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Os campeões Lewis Hamilton e Max Verstappen enfrentarão uma missão difícil no GP de São Paulo de Fórmula 1 neste domingo. Saindo da 20ª e 21ª posições do grid no Autódromo de Interlagos, ambos os pilotos admitem que superar o pelotão será bem mais complexo do que em edições anteriores devido às mudanças regulatórias.
O traçado paulistano costuma favorecer manobras de ultrapassagem, como demonstrado por Hamilton em 2021 e por Verstappen em 2024, quando realizaram recuperações históricas. No entanto, o cenário atual apresenta desvantagens técnicas que reduzem drasticamente as chances de novas exibições memoráveis em pista seca.
Fim do DRS e impacto nos motores
A ausência do tradicional dispositivo DRS e a introdução de novos modos de ultrapassagem nas unidades de potência têm afetado a dinâmica da prova. Segundo Hamilton, o fato de todos os carros poderem abrir as asas diminui a margem de velocidade em relação aos adversários nas retas longas.
Verstappen reforçou a análise do rival ao destacar que a utilização intensa da bateria nas retas equaliza o rendimento dos monopostos. O piloto da Red Bull explicou que a diferença de velocidade entre os carros ficou muito menor, tornando as ultrapassagens significativamente mais árduas.
Estratégia e expectativa de chuva
Sem uma tática definida, Hamilton foca em progredir o máximo possível. Já Verstappen avalia que a entrada de múltiplos carros de segurança pode ajudar a reagrupar o pelotão, mantendo viva a chance de chegar à frente. Ambos confiam na previsão de chuva para alterar o rumo habitual da disputa em Interlagos.
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