As escolas privadas que não forem utilizadas como zonas eleitorais manterão o expediente regular no Distrito Federal durante os dias que antecedem o pleito, conforme nova diretriz do governo local divulgada nesta segunda-feira (21).
Anteriormente, o decreto publicado em 11 de setembro determinava a paralisação geral em toda a rede de ensino do DF. Com a atualização, apenas as instituições particulares que funcionarem como locais de votação terão as atividades interrompidas nos dias 2 e 23 de outubro.
Caso o pleito seja resolvido já no primeiro turno, a suspensão prevista para o dia 23 de outubro será cancelada automaticamente. Vale destacar que a medida de paralisação continua obrigatória para todas as escolas da rede pública de ensino.
No caso específico das creches, o funcionamento permanece inalterado, sem qualquer tipo de interrupção nas rotinas pedagógicas ou de atendimento às famílias.
A Secretaria de Estado de Educação estabelecerá as regras para a reposição da carga horária nas unidades públicas. Já as instituições da rede privada afetadas pela paralisação terão autonomia para definir o próprio calendário de compensação de aulas.