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Orçamento de 2026 tem liberação de recursos para pastas federais
Economia

Orçamento de 2026 tem liberação de recursos para pastas federais

Decreto publicado no Diário Oficial destina montante para o Ministério das Cidades e da Saúde após atualização de relatório bimestral.

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O orçamento de 2026 teve uma injeção de recursos anunciada pelo Ministério do Planejamento e Orçamento, beneficiando diretamente os ministérios das Cidades e da Saúde com a liberação de R$ 1,88 bilhão.

A maior fatia foi direcionada para a pasta das Cidades, que recebeu R$ 1,46 bilhão, enquanto o setor da Saúde teve um descongelamento de R$ 41,9 milhões.

Esses novos limites de gastos foram oficializados por meio de um decreto em edição extra do Diário Oficial da União. A medida ocorre dias após o envio do Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas ao Congresso Nacional.

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Conforme o documento oficial, do total liberado no último dia 24, cerca de R$ 1,507 bilhão são oriundos do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e R$ 461,2 milhões correspondem a emendas parlamentares.

Em contrapartida, os demais Poderes, incluindo Legislativo, Judiciário, Ministério Público e Defensoria Pública da União, sofreram um contingenciamento de R$ 86,2 milhões.

Os órgãos federais contemplados têm prazo até o dia 7 de outubro para detalhar quais programas serão priorizados com a chegada desses novos recursos financeiros.

A última atualização do relatório bimestral reduziu o volume total bloqueado no orçamento de 2026 de R$ 17,937 bilhões para R$ 16,056 bilhões.

Emendas parlamentares

Apesar da liberação geral, ainda permanecem congelados R$ 3,304 bilhões em emendas parlamentares de bancada, indicadas por parlamentares para obras nos estados.

Para esses casos, aplica-se a Lei Complementar 210/2024, que busca ampliar a transparência e regulamentar a execução desses montantes.

A legislação determina que as emendas sigam a mesma proporção de bloqueio das demais despesas discricionárias para garantir o cumprimento das metas fiscais estabelecidas.

Faseamento

O governo também tem recorrido ao faseamento de empenho, estratégia que restringe temporariamente a velocidade com que os órgãos assumem novos compromissos.

A ferramenta funciona como um controle preventivo de fluxo de caixa, evitando que gastos sejam autorizados antes da confirmação efetiva da entrada das receitas.

FONTE/CRÉDITOS: Com edição do Lnove Notícias
FONTE/CRÉDITOS (IMAGEM DE CAPA): © Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

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