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Terça-feira, 27 de Fevereiro de 2024
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Empresas investigadas pela PF por cartel vencem licitação milionária do Ministério da Justiça

Empresas decomércio de produtos de proteção balística investigadas pela PF por formação de cartel em materiais de segurança tiveram propostas aceitas em licitação milionária.

Empresas investigadas pela PF por cartel vencem licitação milionária do Ministério da Justiça
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Nas vésperas da saída do maranhense Flávio Dino, do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), após sua sabatina como ministro do STF, o site Metrópoles escancarou que foi visto como imoral e antiético dentro do ministério de Dino, aonde a prórpria Polícia Federal (PF) investiga, desde setembro, o suposto conluio entre a Inbraterrestre e a Glágio do Brasil no comércio de produtos de proteção balística. As empresas teriam estruturado um cartel para controlar o mercado no Brasil.

Em 12 de setembro, as empresas foram alvo de busca e apreensão da Operação Perfídia, que investiga suspeita de fraude em contratos firmados pelo Gabinete de Intervenção Federal no Rio de Janeiro (GIFRJ) no ano de 2018. Na época, a segurança do estado foi chefiada pelo general Walter Souza Braga Netto.

Ainda assim, o Ministério da Justiça e Segurança Pública, órgão ao qual a Polícia Federal está vinculada, aceitou as propostas das empresas, em licitação milionária, para a compra de coletes, escudos e capacetes a serem utilizados por agentes de segurança de todo o país. Ao todo, a Ata de Realização do Pregão Eletrônico mostra que são 45 itens. O documento indica que a Glágio do Brasil teve 12 propostas aceitas, que abrangeriam mais de R$ 26 milhões.

A licitação:

Por meio da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), o Ministério da Justiça e Segurança Pública abriu o Pregão Eletrônico nº 02/2023 para comprar materiais e equipamentos balísticos. São coletes, escudos e capacetes que irão atender às demandas da Diretoria da Força Nacional de Segurança Pública (DFNSP), da Diretoria de Operações e Inteligência (Diopi) e da Diretoria de Gestão do Fundo Nacional de Segurança Pública (DGFNSP).

As licitações distribuem todos os equipamentos por áreas do país. Sendo assim, material idêntico está envolvido em cinco processos de compras diferentes, um para cada região. Por exemplo, o mesmo capacete pode ser comprado por uma empresa para o Sudeste e ter outra companhia envolvida no contrato do Centro-Oeste.

Créditos (Imagem de capa): Foto: Divulgação

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